*Nega*Sil*

É por isso que eu digo...



Terça-feira, Fevereiro 26, 2008

Aqui Jaz "Palavras ao Léu"
Foi muito bom o tempo que passamos juntos
cada palavra, cada comentário ficará guardado na nossa memória não é Leu?
Mas é chegada a hora da partida!
Agradecemos a todos os que dispensaram parte do seu tempo precioso por aqui.

Até!


Se sentirem saudades: www.conversa-afinada.blogspot.com

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:04 PM


Comments: Sábado, Fevereiro 16, 2008

Nesses dias de tempo instável, meus sentimentos acompanham as mudanças climáticas!!!
Ando muito observadora ultimamente e sem vontade de fazer algumas coisas....creio que estou ficando velha para "baladas", para passeios no shopping...Hoje prefiro passear na feira e tomar um chocolate quente nas tardes frias daqui.
Mas não tenho do que reclamar. A oficina de música por exemplo superou minhas espectativas, além de professores maravilhosos, conheci pessoas maravilhosas, fiz novos amigos.
Amizades passageiras talvez, mas verdadeiras até o fim de cada uma.
Tenho dado menos importância ao amor e repudiado os infiéis.
Tenho estudado muito..Sim, música. Ou você acha que uma valsa de Pattápio Silva é simples?
Sem paciência para explicar....
Mas continuo ouvindo, ouvindo muito. Ouvindo o mundo!


Samba e Amor
(chico buarque)


Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã
Escuto a correria da cidade que arde
E apressa o dia de amanhã
De madrugada a gente 'inda se ama
E a fábrica começa a buzinar
O trânsito contorna, a nossa cama reclama
Do nosso eterno espreguiçar
No colo da bem vinda companheira
No corpo do bendito violão

Eu faço samba e amor a noite inteira
Não tenho a quem prestar satisfação

Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito mais o que fazer
Escuto a correria da cidade. Que alarde!
Será que é tão difícil amanhecer?
Não sei se preguiçoso ou se covarde
Debaixo do meu cobertor de lã

Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã.






postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:17 AM


Comments: Segunda-feira, Janeiro 14, 2008

Acho que está na hora de atualizar não é?

Minhas férias foram tão movimentadas (pra não dizer ausente).

É bom retornar...

Eu poderia passar o dia todo descrevendo em detalhes todos os dias que passei fora de casa, rsrs. Mta história boa.

Vou dividir em capítulos.

Então la vai.

Capítulo I - A Partida

Uma semana de preparação. Uma semana arrumando as malas, levando os cachorros no pet, fazendo compras, pagando contas, fazendo revisão no carro.
Aquela angústia misturada com estress e com vontade de chegar logo!
Eis que no sábado de manha (22/12) a familia Rolim ja estava embarcada, com as malas atochadas no porta malas do carro e o frango com farofa na malinha térmica.
Tudo parecia normal, mas nada é normal o suficiente tratando-se da minha família.
- Mamae que barulho é este ai atrás? (pergunta minha mae à minha avó)
-Não é nada, não é nada (responde minha irmã com cara de pânico)

miaaaaau
miaaaaau

Silêncio por alguns minutos

miaaaaau

- Sarah, você trouxe o Baby? Eu não acredito nisso.
Minha mae ja estava quase pegando na estrada pra Apucarana.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...depois de mta risada. La fomos nós, voltando pra casa, com o gato a miar e minha irmã a chorar.

Depois de quase uma hora de atraso, voltamos pra estrada.

Se vc pensa que acabou?

Aguarde os próximos cápítulos ;)

Plim Plim


postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 2:28 PM


Comments: Domingo, Dezembro 02, 2007

Fim de ano
um ano de blog quase
muitas histórias...umas mto boas, outras nem tanto

Bem, encerro as atividades desse brógui desejando a todo mundo que por aki passou e àqueles que não passaram tb um excelente fim de ano

Aguardo vocês ano que vem com mais histórias

espero que dessa vez, mais alegres do que nuncaaaa


Fui

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:14 PM


Comments: Quarta-feira, Novembro 14, 2007

Peguei-me aos prantos novamente
Meus olhos marejaram assim que soube, ou melhor, assim que senti...
Achei que estava curada dessa obsessão, achei que não era mais parte da minha vida – me enganei.
Eu ainda tinha esperanças sabe?
Eu ainda sonhava com a reconciliação!
Eu já até tinha planejado nosso fim de semana.
Mas me traiu mais uma vez.
Me dedicou uma tarde inteira.
Me magoou pela eternidade saber que não me quer mais.
Acho que o mais triste não é você não me querer, mais não ter alguém que me queira...
Solidão.
Uma vez um amigo me disse: Ninguém ri para sempre. Ninguém chora para sempre.
Meu rosto são só sorrisos, meu peito um eterno lamento.
Quando ficarei completamente curada de você?
Quando serei feliz novamente?


_________________

O que me importa
Seu carinho agora
Se é muito tarde
Para amar você...

O que me importa
Se você me adora
Se já não há razão
Prá lhe querer...

O que me importa
Ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis
Você nem mesmo soube dar
Amor!...

O que me importa
Ver você chorando
Se tantas vezes
Eu chorei também...

O que me importa
Sua voz chamando
Se prá você jamais
Eu fui alguém...

O que me importa
Essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais
Tristezas prá chorar
Que o seu!...

O que me importa
Ver você tão triste
Se triste fui
E você nem ligou...

O que me importa
Seu carinho agora
Se para mim
A vida terminou


postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:16 PM


Comments: Terça-feira, Setembro 11, 2007


Silêncio

Certamente o nascimento de Pavarotti foi justo. Ele mereceu nascer e principalmente, ser.
Ser um cantor que emociona, uma pessoa feliz e sentimental por natureza.
O mundo que acompanhou sua carreira, se emocionando a cada apresentação agora presta homenagem a seu ídolo.
Até mesmo quem não é fan de ópera lamentou a sua partida.
Quem nunca ouviu “Nesum Dorma” que atire a primeira pedra.
Quem nunca ouviu falar dos “Três Tenores In Concert” que não conte pra ninguém tal heresia.
Apesar da sua triste partida ainda temos como consolo sua voz, que toca nos rádios e ecoa em nossa alma.

Grazie

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 2:16 PM


Comments: Segunda-feira, Agosto 13, 2007

Porque sempre existe alguém querendo te derrubar?
Porque às vezes parece que o mundo conspira contra você?
Desde as coisas mais simples, as mais complexas têm acontecido comigo ultimamente. A maldita quina da mesa que resolveu grudar na minha cintura, o tropeção que levei no meio da rua XV em pleno horário de “pico”... Sim, aqueles que você sai dando paços desconcertantes xingando até a mãe do santo.
Decepções constantes, com pessoas que você considerava as mais cúmplices.
Brigas intermináveis sobre assuntos já esquecidos.
Sentimento de raiva e desprezo tem sido meus companheiros mais fiéis ultimamente!
A vida tem sido muito cruel. E viver nesse caos com bom humor nem sempre é fácil!
Às vezes me sinto uma daquelas mulheres que já passou por tudo na vida e hoje vive sozinha, remoendo o passado. Duras e rancorosas. Mas que no fundo guardam algum sentimento bom e que ainda têm vontade de viver até morrer. Morrer de paixão, morrer de felicidade, morrer de ter vivido intensamente.
E não me venha com falsos sorrisos, falsos apertos de mão, falsas impressões de ajuda.
Eu não preciso de você. Não, não preciso de ajuda, não estou doente.
Estou cansada da vida. Dessa vida injusta que tomou conta dos meus dias.
Quero aquele Sol de verão, aquele passeio no parque, aqueles momentos felizes novamente.



Não Enche
Caetano Veloso

Me larga, não enche
Você não entende nada
E eu não vou te fazer entender...

Me encara, de frente
É que você nunca quis ver
Não vai querer, nem vai ver
Meu lado, meu jeito
O que eu herdei de minha gente
Eu nunca posso perder
Me larga, não enche
Me deixa viver, me deixa viver
Me deixa viver, me deixa viver...

Cuidado, oxente!
Está no meu querer
Poder fazer você desabar
Do salto, nem tente
Manter as coisas como estão
Porque não dá, não vai dá...

Quadrada! Demente!
A melodia do meu samba
Põe você no lugar
Me larga, não enche
Me deixa cantar, me deixa cantar
Me deixa cantar, me deixa cantar...

Eu vou
Clarificar
A minha voz
Gritando
Nada, mais de nós!
Mando meu bando anunciar
Vou me livrar de você...

Harpia! Aranha!
Sabedoria de rapina
E de enredar, de enredar
Perua! Piranha!
Minha energia é que
Mantém você suspensa no ar
Prá rua! se manda!
Sai do meu sangue
Sanguessuga
Que só sabe sugar
Pirata! Malandra!
Me deixa gozar, me deixa gozar
Me deixa gozar, me deixa gozar...

Vagaba! Vampira!
O velho esquema desmorona
Desta vez prá valer
Tarada! Mesquinha!
Pensa que é a dona
E eu lhe pergunto
Quem lhe deu tanto axé?
À-toa! Vadia!
Começa uma outra história
Aqui na luz deste dia "D"
Na boa, na minha
Eu vou viver dez
Eu vou viver cem
Eu vou vou viver mil
Eu vou viver sem você...

Eu vou viver sem você
Na luz desse dia "D"
Eu vou viver sem você...

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:58 AM


Comments: Terça-feira, Julho 31, 2007

Um dia nada agradável.
Uma manhã fria.
Coragem pra levantar da cama e pular dentro do chuveiro.
Agüentar de cabeça erguida as repressões. Mesmo sabendo que estas são verdadeiras, porém injustas.
Discutir com um amigo querido.
Ser chamada de imatura mesmo que a vida tenha lhe dado um baile desde que nasceu.
Sorrir para o inimigo, garantindo assim sua sobrevivência.
Esconder as lágrimas para não chocar os duros de coração.
Se apegar em Deus, ainda que sem esperanças de dias melhores.
Falar ao telefone com a voz rouca.
Sentir o peito apertado ao saber da morte.
Rir dos políticos na TV.
Escutar música pra viajar pra outro mundo.
Voltar a realidade quando a música acaba e a pilha de papéis do seu lado aumenta.
Pensar em liberdade dentro de uma sala fechada.
Sair pra almoçar com a sensação de missão cumprida.
Fazer o que gosta sem ganhar nenhum tostão.
Não fazer o que gosta pra sobreviver.
Estudar pra encher a cabeça de idéias.
Trabalhar pra não colocar em prática essas idéias.
...

E eu?

Torcendo pra sair desse ciclo.

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:13 AM


Comments: Segunda-feira, Julho 23, 2007

http://www.youtube.com/watch?v=S8bXLMypX_0&mode=related&search=

Perfeita combinação do Erudito com o Popular...

_sem tempo pra escrever_

aguardem os próximos posts.


postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:53 PM


Comments: Quinta-feira, Julho 12, 2007




Olha a nêga que vem chegando
Ela chega desconcertando
Ela mexe que mexe
Ela é de finesse

Na veia da nêga corre amor
Na veia da nêga corre o som
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom


Essa nêga ela vem cantando
E a vida ela vai levando
Ela samba que samba
Ela sabe que é bamba

A veia da nêga é nagô
Na veia da nêga corre o dom
A veia da nêga é forte
Na veia da nêga corre sangue bom


Quero ver o que é que tem na veia da nêga
Quero saber o que é que tem a veia da nêga
Tem balanço, tem
Alegria também (tem)
Na veia da nêga corre sangue bom do bem

Um brinde ao sangue da nêga que eu bebo e me embriaga
Nêga do sangue de fogo que não apaga
Nêga que chega, que chega, chega chegando, mulher
Se melhorar estraga
Não corre quando o bicho pega
A nêga não se entrega
O vinho da nêga é forte
É o forte da minha adega, melhor pedida
E quando a nêga chega eu sinto um frio na barriga
Fçao o que ela obriga, digo o que ela quer que eu diga
Obrigado, nêga, você me castiga, mas me instiga
Me toma feito droga
Fico tonto feito tronco de jangada numa onda onda que joga
A nêga tira onda, dá nó em pingo de chuva
Vai só na boa, me ensaboa, me enxágua e enxuga
Não sei que sangue tem na veia da nêga
Mas essa nêga é morcega
E ainda bem que essa morcega me suga !

Luciana Mello

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:26 AM


Comments: Sexta-feira, Junho 22, 2007



Há muitas teorias sobre o que é a vida.
Tem gente que diz que a vida é uma passagem, outros afirmam que é feita de momentos - altos e baixos - para alguns a vida tem até cor.
Achei um blog chamado: ¿A vida tem a cor que a gente pinta¿. Isso me fez pensar: de que cores tenho pintado minha vida?
Mas isso parece tão individual, vida pra mim é o meu particular com o nosso coletivo.
Depois de muito refletir, cheguei a conclusão de que não sou eu quem dá o colorido, mas as pessoas que fazem parte do meu convívio.
Acho que isso explica o porquê da foto acima. É como se cada amigo que aí está fizesse parte de uma aquarela, e que fosse colorindo meus dias com pinceladas azuis, amarelas, vermelhas.
Mas não só de cores é feita a vida, pra mim a vida tem cheiro, sabor e sentimentos que também fazem parte da nossa aquarela.
Você já deve ter encontrado alguém que te despertou sentimentos, que compartilhou com você sabores e que te fez sorrir com pequenos gestos. Que fez você aprender um pouco mais e sair do seu egocentrismo. Que te ouviu incansavelmente e que te ajudou a saltar pelos obstáculos. Claro, os obstáculos... Sabia que estava faltando alguma coisa.
Às vezes paramos em frente a essas barreiras e não vemos saída, nos acomodamos e paramos no tempo, como se a vida não fizesse mais sentido e não reagimos. Esquecemos de olhar em nossa aquarela, acredito que lá esteja a saída - não as respostas, mas o caminho.
Como ¿a vida não é cor-de-rosa¿ (outra teoria), encontramos pessoas que nos fazem chorar, cair, perder a esperança. Acredito que elas fazem isso pra nos testar e que por algum motivo perderam o colorido.
Por isso cultivar nossas cores também faz parte do processo, afinal, nós também fazemos parte da aquarela de alguém não é?
Você pode até não saber, mas sua maneira de ser e agir reflete sua cor na vida de alguém. Às vezes de alguém que você sequer conhece ou que seja invisível pra você, pra mim...
Vou procurar a reparar mais nas pessoas, me doar um pouco mais e tentar refletir um pouco mais a minha cor. Conviver mais, sem querer entender tanto o princípio das coisas. Talvez seja esse o maior erro dos cientistas: procurar significado e porquês em tudo. Não basta aceitar? Aceitar as pessoas e a si próprio? Isto não significa se acomodar, mas tornar a convivência mais verdadeira, mais feliz, mais colorida...
Não posso imaginar minha vida sem eles
Amigos pra toda a vida.

Ei, psiu! Se você não está na foto não fique triste.. Pode ter certeza de que está na minha aquarela ;)

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:56 AM


Comments: Sexta-feira, Junho 15, 2007


Prazer Silvia Rolim, vulgo D. Arca

Conversando com o Jonas esses dias tive a confirmação: eu sou uma ARCA.
Pois é, eu estou no século errado.
Mas como o ser humano é totalmente adaptável, meu primeiro passo para não me olharem como um E.T foi ligar o rádio na 98 FM. Depois, ah depois foi só decadência, bailão nos fins de semana, funk como toque de celular, calça de cotom (na verdade essa foi a única parte que gostei de verdade, elas são tão confortáveis).
Mas no meu cantinho eu ainda guardo uns discos de Vinil, aquele do Jessé.
Você não sabe quem é ele? Pergunta pra sua mãe, sua vó, sua tia solteirona.
Vou refrescar sua memória: ¿Rimas de ventos e velas, vida que vem e que vai, a solidão que fica e entra, me arremessando contra o cais...¿.
Mas não resisti a tentação de ir com minha vó na loja de tecidos ¿Imperial¿ comprar um corte xadrez e fazer uma calça social la na alfaiataria Saldanha, uma das mais antigas alfaiatarias de Curitiba.
Poxa, quem em pleno séc. XXI vai à alfaiataria?
¿Bom mesmo é comprar na Dooplex¿, hunf.
Hoje resolvi usar a tecnologia a meu favor e a favor dos que me conhecem. Entrei no site da radio Uol. Até aí tudo normal. Mas o que eles não viram foi a parte da ¿busca¿: Chico Buarque ¿ 50 anos ¿ O Cronista.
Me esbaldei ouvindo, Fantasia, Geni e outros badulaques do baú da minha Arca.

Falando assim até parece que eu faço algo pra agradar alguém, ou até mesmo que vivo de aparências, mas ser bem visto e bem aceito faz parte da boa convivência na sociedade não é? Não sejamos extremistas.

Mas eu não sou a única pessoa literalmente perdida no tempo.
Eu sou é de lua. Já fui mina, já fui hippie, uma tentativa frustrada de reggaeira (apesar de adorar os verdadeiros reggaeiros: Bob, Papa Winnie, Ziggy...), tentei ser até surfistinha.
E-xa-ta-mente!! Daquelas que andam de bogam, leging, top e uma blusinha frete única. Que cá pra nós: quem anda de bota e meia calça não pode ser desse século também.
Eu não sou fã da ¿Era Dancing Days¿, me desculpa Lulu, a música pode ser ótima, eu adoro a versão cantada pelas Frenéticas (outro grupo do tempo da nossa mãe), mas, meia colorida com sandália prata e polainas pretas? Não, não, não, isso é demais pra mim.
Ultimamente prefiro uma mini-saia (das mais curtas, adoooro e não acho vulgar, pelo menos pra mim. Vulgar é você vestir uma mini saia com um top vermelho e uma sandália plataforma), minha blusinha petit poa e meu All Star cano longuíssimo.
Ou uma calça jeans simples com uma camiseta mais transadinha e um all star, sempre.
Adoro ser livre pra usar o que eu quiser. Mas sempre respeitando o espaço e principalmente os olhos dos outros.

Quanto ao meu gosto musical. Ahh esse eu já deixei bem claro neh. Se não deixei, aqui vai uma listinha. Se você gosta de algum desses títulos compratilhe...

Altamiro Carrilho
Severino Araújo
Elis Regina
Chico Buarque
Chico César
Seu Jorge
Vinícius de Moraes
Tom Jobim
Francis Hime
Orquestras de Metais como a Tabajara
Orquestras sinfônicas, filarmônicas
Cameratas
Grupos de Samba & Choro
Elza Soares
Luciana Mello
Jair Rodrigues
Umas ¿vaneras¿ e uns ¿forrós¿ pra dançar

E não para por ai, a lista é grande...

Hoje vou deixar como sugestão uma música do Chico que ouvi esses dias na rádio e me apaixonei.



Pelas Tabelas

Ando com minha cabeça já pelas tabelas

Claro que ninguém se importa com minha aflição

Quando vi todo mundo na rua de blusa amarela

Eu achei que era ela puxando o cordão

Oito horas e danço de blusa amarela

Minha cabeça talvez faça as pazes assim

Quando ouvi a cidade de noite batendo as panelas

Eu pensei que era ela voltando prá mim

Minha cabeça de noite batendo panelas

Provavelmente não deixa a cidade dormir

Quando vi um bocado de gente

Descendo as favelas

Eu achei que era o povo que vinha pedir

A cabeça de um homem que olhava as favelas

Minha cabeça rolando no Maracanã

Quando vi a galera aplaudindo de pé as tabelas

Eu jurei que era ela que vinha chegando

Com minha cabeça já pelas tabelas

Claro que ninguém se importa...

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:34 AM


Comments: Terça-feira, Junho 12, 2007

Ainda sem as pinceladas do Zeca:

Não muito distante daqui...


- Você não conhece Fazenda Rio Grande? Se você não sabe, ela faz parte da Região Me-tro-po-li-tana de Curitiba. São só 20 minutinhos daqui moço...
Dona Lúcia estava indignadíssima com um senhor engravatado que, ao que parecia, estava indo pela primeira vez à cidade.
Moradora da Fazenda (como popularmente é chamada) há 30 anos, época que ela ainda era município de Mandirituba, conta com riqueza de detalhes como era a cidade.
- Lá fia? Lá não tinha nada não, era uma fazenda mesmo. Uma casinha aqui, outra ali e muita criação de cavalos. Depois que viramos independentes é que o negócio começou a crescer. Hoje temos posto de saúde, escolas e até umas ruas asfaltadas. Depois que o Toninho (atual prefeito Antônio Wandscheer) tomou posse a Fazenda melhorou muito. Agora minhas netas até participam do Grupo de Teatro sabia?
O tal moço engravatado, que prestava atenção em nossa conversa indagou:
- Grupo de Teatro? Mas que interessante... A gente ouve tanta coisa na televisão a respeito da Fazenda que a violência já se tornou seu cartão de visitas.
- Mas é aí que o senhor se engana. Violência tem em todo lugar meu filho, e na Fazenda não é diferente, mas tem muitas coisas bacanas pra gente fazer. Principalmente pras crianças.
E a Dona Lúcia continuou a defender sua cidade com unhas e dentes...
Depois te tanto ¿conversê¿, chegamos finalmente no terminal. O moço seguiu perguntando aqui e ali pra onde deveria ir e a Dona Lúcia sumiu no meio do povo.

Finalmente a cidade
Quem chega pela primeira vez realmente estranha. O lugar não tem cara de cidade do interior, mas ainda está tudo espalhado. Muitos terrenos desocupados, muitas ruas só com anti-pó. Dá até pra contar nos dedos o que tem no centro da cidade...
Mas uma coisa é certa, os 35 km que separam a Fazenda Rio Grande de Curitiba não interferem em nada quando o assunto é cultura.
A algum tempo as atividades culturais não tinham um lugar fixo pra acontecer. E as escolas, mesmo quem sem muita estrutura, acabavam sediando.
Com a construção do Teatro Municipal a realização dessas atividades ficou mais acessível à população. Tem grupos para todos os gostos: Teatro, Música, Dança.
Mas muita coisa rola pela cidade fora das paredes do teatro.
A Gerência de Esporte, Cultura e Lazer é responsável pela realização de jogos e recreação para as crianças.
Os grupos mais antigos - Banda Marcial e o Grupo de Hip-Hop - já se destacam em concursos e apresentações inclusive fora do Estado.
Muitas pessoas tem se engajado para trazer à cidade todo o tipo de atividade que aproxime as pessoas da cultura e do esporte.
E por falar em esporte, a fase regional do JOCOPS - Jogos Colegiais do Paraná teve sua primeira etapa no Ginásio Gurizão, construído e inaugurado há pouco tempo, especialmente para a realização dos jogos.
Mais do que uma atração turística, os rodeios já são marca registrada. Tal atividade movimenta a economia da cidade e preserva sua tradição.
O Arraiá da Fazenda, que este ano terá sua 5ª edição, é o maior sucesso. Andando pelas ruas já é possível ouvir: ¿Você viu quem vai fazer show aqui no dia do arraía? Dizem que vai ter até concurso da Rainha da festa¿.
Isto sem falar nos concertos, nas peças, nas vernissages, nas apresentações circenses, na capoeira...
Realmente, aquele moço engravatado tem muito que conhecer da Fazenda Rio Grande!


Silvia Rolim, para Comunicare A vida como ela é.



postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:11 AM


Comments: Sexta-feira, Junho 01, 2007

Preferências
Hoje preferi me calar. Coisa que pouco costumo fazer. Preferi parar um pouco de correr pra esquecer e olhar na janela o movimento da rua...pra lembrar! Lembrar que você não foi o único, mas foi o primeiro... Preferi não ir à panificadora que só me trazem lembranças de quando estivemos juntos. Preferi não te ligar e escrever palavras vans em meio as minhas certezas. Preferi não ouvir música pra espantar essa coisa boa que eu não quero sentir, pelo menos por hoje. Preferi ler a bíblia e contar meus segredos pra Deus.. Se ele não me responde, pelo menos me escuta sem me julgar!
Preferi jogar as fotos em baixo da cama e esquecer só por um tempo seu rosto que um dia me fez tão feliz. Seu sorriso simples, seu semblante sereno e suas carícias que agora já não tenho mais.
Preferi me afastar de corpo e alma da sua vida, que antes era minha...
Preferi te dizer (em pensamento) tudo aquilo que tranca minha garganta e que vomitaria, palavra por palavra se não tivesse preferido me calar.
Preferi não me torturar. Botar pra fora o que sinto. Na verdade nem sei se sinto mais...Não sinto amor, nem desamor, e é esse nada que me faz tão infeliz!
Preferi não voltar atrás e te ligar amanhã como se ainda fosse sua, mas sua pra sempre. Com a ilusão de ser a única!
Preferi...



Gota D'água
Chico Buarque

Já lhe dei meu corpo
Minha alegria
Já estanquei meu sangue
Quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor,
Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção
Faça não
Pode ser a gota d'água
Pode ser a gota d'água
Pode ser a gota d'água...

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:28 AM


Comments: Segunda-feira, Maio 28, 2007

Em primeira mão, a matéria que eu e minha colega Simony fizemos para o Comunicare (Jornal da facul)

Foto: Simony Sotelo (em breve)
Texto: Silvia Rolim e Simony Sotelo

Solar do Barão
A arquitetura é imponente. Por si só é capaz de demonstrar o que foi no passado, mais precisamente no fim do século XIX. O prédio hoje vermelho, com janelas e portas brancas, foi construído especialmente para servir de residência para Idelfonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul, e sua nobre família. Destaque rápido a notória carreira empresarial do Barão, no antigo ramo da indústria ervateira paranaense. O lar doce lar de Idelfonso não resistiu à Revolução Federalista, em 1894, e nem a sua trágica morte. Passando a ser, de 1912 a 1975, propriedade exclusiva do exército nacional. Nesse mesmo ano, o antigo aconchego do Barão, foi comprado pela prefeitura de Curitiba. Tornando-se, cinco anos mais tarde, o Centro Cultural Solar do Barão.
O Solar está localizado na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, antigamente conhecida por Rua do Serrito. Abriga os Museus curitibanos da Gravura, da Fotografia e do Cartaz, além do Centro de Documentação e Pesquisa Guido Viaro e a Gibiteca. E como se fosse pouco, oferece 17 cursos, que vão de litografia à história da arte abstrata. Por seu piso xadrez, circulam as mais exóticas belezas curitibanas (os modelitos que por lá passeiam, garanto, não se vê aos montes por aí).
Na última porta à direita do pátio central, a pequena placa informa: litografia. E é lá, onde conhecemos uma das mais importantes gravuristas paranaense, Denise Roman. E a arte da litografia (técnica utilizada na confecção de gravuras, que depois de desenhadas com um lápis gorduroso sobre uma pedra calcária, são impressas no papel de forma muito rústica). Mais difícil do que entender esta técnica é explicar. Além da litografia, Denise também utiliza a técnica da gravura em metal para criar suas obras cheias de detalhes, muitas vezes minúsculas. Amiga de Poty Lazarotto, orgulha-se de ter sido, ao lado do amigo, uma das artistas contempladas para representar a gravura paranaense, no livro Gravuras do Paraná, que traz ainda Guido Viaro, Fernando Calderari e Uiara Bartira.
Faltariam criatividade e espaço para aqui descrever detalhadamente todos os artistas e atividades do Solar do Barão. Mas a antiga residência de Idelfonso Pereira Correa, que hoje exala o aroma das artes, funciona incansavelmente de segunda a domingo.


Fazendo arte

Qualquer semelhança não é mera coincidência. O ateliê de litografia ¿ um entre vários ateliês espalhados pelo Solar - nos mostra a realidade através dos desenhos em pedra. Para os leigos no assunto, o termo Litografia fica distante do entendimento. Portanto, permitam-nos explicar: Litografia (basicamente) é um processo de gravura em plano, executada sobre pedra calcária ou sobre placa de metal.
Adriano Haas, 19 anos, é aluno de Design da UTFPR ¿ Universidade Tecnológica Federal do Paraná e faz o curso de litografia à um ano no Solar. ¿O interesse pelo desenho já existia, mas quando iniciei o curso descobri o prazer de desenhar¿, confessa Adriano.
Os alunos trabalham num ambiente nostálgico e de pura inspiração. Uns ainda aprendem as técnicas e os mais avançados ficam livres pra criar.
Tudo é curioso e desperta interesse. As pedras e as máquina de impressão vieram da Alemanha à pedido do Barão que fabricava rótulos para as caixas de erva-mate. A litografia é a maneira mais primitiva de se imprimir gravuras e escritos no papel. ¿ A impressão que conhecemos hoje e todos os recursos tecnológicos usados pelo homem para copiar tiveram base na litografia, na xilografia, que é o desenho na madeira e também na serigrafia. Todas as técnicas que eu tenho aprendido aqui são a base do meu trabalho em design¿, explica Adriano.
Parece absurdo, mas muitas pessoas ainda não conhecem o Solar, e tampouco sua história. Mesmo sendo um predico histórico, no centro da cidade, talvez estrategicamente pintado de vermelho passe despercebido aos olhos dos que transitam por aqui.
Mas uma vez a arte limita-se aos artistas. Talvez por falta de informação, talvez por querermos distância do passado.
No caminho do Solar quem conhece, aprova. Quem ¿cai de pára-quedas¿ surpreende-se e quem permanece, esbalda-se com arte.

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:17 PM


Comments: Sexta-feira, Maio 11, 2007

Esses dias de frio são tão deprimentes pra mim.
Nem meu edredom de lã de carneiro, nem minha blusa peruana, nem minha bota de cano longo e nem meu cachecol são capazes de espantar o frio que faz aqui no Sul.
Minha casa é de madeira e o Simepar não trás notícias boas.
Tudo dói...As juntas dos dedos, dos joelhos, os ombros e até a ponta do nariz. Sem falar nas mãos, é tudo puro gelo.
Deveríamos ter férias obrigatórias. Decretadas por lei por que não?
Não consigo pensar em aquecimento global com toda essa geada, ventos e chuvas dos últimos dias. Está certo que há algum tempo atrás o inverno era bem mais rigoroso por aqui. Imaginem?
Fora a preguiça, esta sim é amicíssima do frio. Acordar cedo é uma tortura - nunca foi tão difícil pular do pijama quentinho para o chuveiro, ainda mais de manhã.
Ultimamente não tenho conseguido nem bater palmas ¿ meu casaco não deixa.
O Nic e o Kiko, que antes eram arqui-rivais, hoje dormem juntos, enrolados no tapete. A Lady Di não sai do latão de roupa suja e o mais novo integrante da família, Arthur, treme desesperadamente, mesmo com a quantidade exorbitante de pelo.
Enquanto trabalho, escuto um blues e tomo um café forte pra esquentar os ossos, ai cada gole é como se estivesse injetando calor direto nas veias.
Não gosto do frio e assumo, sem pudor. Queria estar na Bahia, na praia, de havaianas e tomando picolé de limão, conseguir falar qualquer coisa sem tremer involuntariamente o queixo.
Curitiba é para os loucos. Para os tímidos, para os de sangue frio, para os satisfeitos, para os indiferentes. Para os donos de cafés, para os vendedores de cobertor e botas de couro.
Não para os músicos.
Nem para os despojados.
Nem para quem gosta de dirigir com as janelas do carro aberta e olhar o céu azul.
Para quem gosta de alaranjado, vermelho, roxo e todos os seus tons.


E por falar em tom. Assisti esses dias, acho que foi no Tom Brasil, Seu Jorge
- Divirtam-se!!!!!

Chega no Suingue

Vejo tanta gente diferente
Esperando pra festa começar
Você daí, você de lá
Enchendo os meus olhos daqui do palco
A muito tempo estamos reclamando o rumo do país
Mas agora não dá mais
Só nos resta é sacudir em paz
Só nos resta querer viver bem mais
E o que me importa
É que você agora possa estar aqui
Salve a vida
Salve o amor
E vem curtir comigo esse clima
Explodindo a vida pra cima
Chega no suingue
Que vai dar o que falar
Aqui tem gafieira
Que você pode se soltar
Chega pra cá

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:18 AM


Comments: Sábado, Abril 28, 2007



Gosto

Que gosto é muito relativo, todo mundo já sabe...Mas que gosto pode ser fatal, talvez não!
Masoquistas têm um gosto muito peculiar, e isso pode ser fatal não?
Apreciadores de ervas ilícitas também, e cá pra nós, isso é realmente fatal!
Existem também os fissurados por velocidade, por motos alucinantes e carros que voam a um simples toque no ¿turbo¿.
Nunca imaginei que o gosto por coisas simples também pudesse ser tão nocivo. Claro que seus resultados não são tão desastrosos quanto os exemplos anteriores, mas quando se trata de relacionamento, ahhh daí pode ser o fim!
Gostar de caras mais velhos por exemplo: a última garota que se envolveu com um quarentão, acabou morta em plena luz do dia, enquanto fazia seu horário de almoço no centro da cidade.
Ok, não vamos generalizar, mas foi fatal.
Certos gostos musicais também podem ser prejudiciais à saúde ¿ da mente ¿ o que chamamos de intelecto. Gostar de Calipso pode afetar seriamente seus neurônios. Você começa a cantar como se estivesse possuído pelo cão ¿ cão mesmo, de cachorro ¿ emitindo sons que parecem latidos. Fora a possibilidade de ficar com um coágulo no cérebro, de tanto balançar a cabeça pra lá e pra cá, pra lá e pra cá. Só de pensar, fico tonta.
Minha avó por exemplo, gosta do Supla. Felizmente isso não teve maiores complicações, mas não podemos dizer também que ela é uma pessoa perfeitamente sã de suas faculdades mentais.
Tem gente que gosta da Hebe, da Derci Gonçalves, da Gretchen (confesso que dançava ¿conga¿ na frente da TV, mas tudo bem, naquela época eu também era fan da Xuxa).
Boxe. Que menina, feminina e com um certo declínio para o casamento gosta de sangue, chutes e ponta pés?
Eu (Só pra esclarecer: sou feminina sim, mas casamento? acho que não hein?).Sim sim, sou louca por esse esporte. Assisto algumas lutas pela TV e claro, meu ídolo Sylvester Stallone, que arrasou no último filme.
Bem, se isso me deixou com alguma seqüela, não sei, só uma sessão de análise poderia identificar. Ou não. Pois quem gosta de analisar os outros (psicólogos, psiquiatras e terapeutas em geral) e prescrever soluções, etc. Não pode estar no seu juízo perfeito.
Acho que ninguém é normal.
Tudo bem que, ser normal é relativo, mas isso é outra história.
Bem popularmente falando, ¿gosto é quenem bunda¿ e ponto final.

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:12 AM


Comments: Terça-feira, Abril 24, 2007


(Long time we no have no nice time, Doo-yoo-dee-dun-doo-yea. Think about that.)

Desde o dia 3 de abril (data do meu último post) muitas coisas aconteceram. Coisas boas e ruins. É tudo uma questão de ponto de vista.
Durante este tempo envelheci, amadureci, cresci, adoeci, emagreci, me diverti, entre outros is.
Foi um tempo de reflexão, pude avaliar minhas atitudes e tudo o que estava acontecendo comigo. Hoje as coisas continuam confusas, mas tudo bem; vou vivendo.
Dia 14/04 foi um dia muito especial, cheio de surpresas. Festei muito no dia 15/04, passei uma noite maravilhosa, ao lado de pessoas que amo muito (Eliane, Rafa e Marcelo) foi realmente muito bom.
Continuo fazendo muitas atividades, mas nesta semana o ¿bicho pegou¿. Comunicare pra fechar, concerto pra tocar e uma hipicondilite aguda pra tratar. Sim, sim, eu estou com tendinite no cotovelo. Agora eu sei o significado literal da expressão ¿Dor de Cotovelo¿!
Me desdobrei em 5, 6 Silvias e mesmo assim foi difícil dar conta de tudo com a mesma dedicação. Creio que devo ter decepcionado algumas pessoas. Aproveito pra me desculpar, não foi minha intenção.
Ai depois de 2 semanas ensaiando diariamente as peças para o Concerto, enfim chegou o dia.
Dia 20/04 às 20h começava a apresentação da Banda (assim que eu tiver o vídeo ou algumas fotos posto aqui pra vocês). Foi lindo! Emocionante... O melhor presente para um músico é o reconhecimento do público e isso tivemos de sobra naquela noite.
Nossa entrada foi triunfal, todos de pé nos aplaudindo; não pude conter as lágrimas. Nem eu nem meus colegas. Foi então que passaram um vídeo da banda nos concursos, aí eu desmontei. Só quem está lá sabe de toda a nossa luta pra chegarmos aonde chegamos.
Valeu apena!!!
(...)
Passei um fim de semana tranqüilo, precisava descansar...
Dormi muito, aff, até demais, cheguei com cara de segunda-feira no serviço, rs.
Ainda bem que eu não sou maricas. As sessões de fisioterapia não tem sido nada agradáveis. Confesso que no 1º dia até chorei. Mas só no 1º dia.
(...)
Estou na expectativa.
Muitos projetos.
Muitos sonhos.

Prometo não demorar tanto pra atualizar.

Bjos:

Pro Rafa que ta sempre disposto a ouvir minhas lamúrias.
Pra Eliane, minha parceira de choro.
Pro Marcelo, que deu moh ajuda pra gente com os arranjos e que eu considero pra caramba!
Pra Aline, que fica brava comigo se eu não deixo um bju.
Pra todo mundo da banda que fez um concerto maravilhoso, amo vocês.



postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:43 AM


Comments: Terça-feira, Abril 03, 2007



Foi amor à segunda vista! Segunda porque sinto que já estivemos juntos...Em outra vida porque não?!
Eu já tinha ouvido falar dele, ouvido suas músicas em algumas novelas...Mas meu coração bateu mais forte quando pude vê-lo através de suas partituras. Verdadeiras relíquias.
Um gênio da música popular brasileira.
E meu amor só foi crescendo, passei a procurá-lo por toda à parte, mas o seu tipo não é daquele que você encontra em qualquer esquina.
Minha busca não foi em vão. Achei o meu amor sozinho, isolado numa prateleira, igual aquele sapato velho que você deixou jogado num canto qualquer e o perdeu de vista por algum tempo, mas quando o reencontra fica exaustivamente feliz e diz sem pestanejar: este é o melhor sapato que já coloquei nos pés!

Ele pode ter ficado esquecido no tempo, mas ao redescobri-lo minha vida ganhou sentido novamente. E acho que a recíproca foi a mesma, pois desde então ele anda sempre comigo, onde quer que eu vá, o que quer que eu faça.

Jamais o deixarei.
Minha alma já é tua. Meu coração seu abrigo e meus ouvidos...Só tua canção.


Fala Baixinho

Fala baixinho só pra eu ouvir
Porque ninguém vai mesmo compreender
Que o nosso amor é bem maior
Que tudo aquilo que eles sentem
Eu acho até que eles nem sentem, não
Espalham coisas só pra disfarçar
Daí então porque se dar
Ouvidos a quem nem sabe gostar

Olha só, meu bem, quando estamos sós
O mundo até parece que foi feito pra nós dois
Tanto amor assim que é melhor guardar
Pois que os invejosos vão querer roubar
A sinceridade é que vale mais
Pode a humanidade se roer de desamor
Vamos só nós dois
Sem olhar pra trás
Sem termos que ligar pra mais ninguém



(Pixinguinha)

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 8:55 AM


Comments: Sábado, Março 24, 2007

Pastelaria Aristocrata!

Já virou hábito. Todos os dias, lá pelas 10h30 uma angústia começa a tomar conta de mim, um vazio me toma a alma e um barulho parecido com um ronco vem das minhas entranhas. Ai a fome!
E lá vou eu rumo a pastelaria xinfrin da Pedro Ivo (depois que um colega da redação me indicou essa lanchonete nunca mais fui no "pão de queijo", ui aquilo estava me dando um puta de uma gastrite).
Cheguei do jeito de sempre:
-Bom dia!
-Bom dia minha querida! E ai, o que vai hoje?
-Hummm, ah me vê um pastel de queijo...
-Mais alguma coisa?
-Um suco de abacaxi...
-Já provou com hortelã e gengibre? É muito bom!
-Manda vê.

Enquanto aguardo meu pedido, fico observando as conversas alheias. Mas esta de hoje...

-Cara, 7 anos juntos e ja caiu na mesmice. Dei todo o conforto que eu podia. Po, na minha casa tem microondas, duas TV 29", tanquinho e até lavadora de roupa. Mas sabe, num tem mais estímulo?!
-É, você deveria sair mais com os amigos, ou será que a patroa num deixa? hahahahaha....
-Ah sabe como é que é neh....
(,,,)
-Dae Chicão, quando vamo ter akela festa de novo?
-Po, o pessoal tem que fazer uma intera ai neh, daí ja vo fazendo a cabeça da patroa.
-Ai, a última festa foi massa neh cara, mulherada, muita cerveja...
(...)

E eu pensando cá com os meus botões: " Coitada da patroa desse cara". Nem bem terminei de concluir meu pensamento ele vira pra mim e diz:
-Relacionamento é uma coisa complicada. Vai aprendendo, você é nova... Veja só o meu caso, ficou tudo tão bom que começou a estragar!
Eu só dei aquela risadinha amarela, aquela que você dá quando não está nem ai pro assunto e apenas mostra os dentes para tentar ser um pouco menos antipática.
Enquanto tomava meu suco, que por sinal era muito bom mesmo, matutava:
Eu? Aprender?
Aprender o que?
A achar que uma casa confortável é feita de 2 TV 29", um microondas e uma lavadora de roupa?
Ficar em casa cuidando das crianças o dia todo e de tardezinha lavar a camisa do meu marido cheirando gordura e pastel de queijo?
Planejar um fim de semana em família e descobrir que ele vai pra uma festa com os colegas da lanchonete?

É, devo concordar com o Chicão.. Relacionamento é uma coisa muito complicada mesmo.



postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:34 AM


Comments: Segunda-feira, Março 12, 2007

Não ligo muito, pra não dizer nada, pro dia da Mulher, mas para "não passar em branco" ta aqui um texto que recebi por email...

COMPLEXIDADE FEMININA!!!

M - Onde você vai?
H - Vou sair um pouco.
M - Vai de carro?
H - Sim.
M - Tem gasolina?
H - Sim... coloquei.
M - Vai demorar?
H - Não... coisa de uma hora.
M - Vai a algum lugar específico?
H - Não... só rodar por aí.
M - Não prefere ir a pé?
H - Não... vou de carro.
M - Traz um sorvete pra mim!
H - Trago... que sabor?
M - Manga.
H - Ok... na volta eu passo e compro.
M - Na volta?
H - Sim... senão derrete.
M - Passa lá, compra e deixa aqui.
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu tomo com você!
M - Mas você não gosta de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.
M - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
H - Eu não gosto também.
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
H - Ok! Beijo... volto logo...
M - Ei!
H - O que?
M - Chocolate não... Flocos...
H - Não gosto de flocos!
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H - Foi o que sugeri desde o começo!
M - Você está sendo irônico?
H - Não... tô não! Vou indo.
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto logo... depois.
M - Depois não... quero agora!
H - Tá bom! (Beijo.)
M - Vai com o seu ou com o meu carro?
H - Com o meu.
M - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer.. .
M - Tá precisando?
H - Não sei... vou ver quando sair!
M - Demora não!
H - É rápido... (Abre a porta de casa.)
M - Ei!
H - Que foi agora?
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H - Calma... estou tentando sair e não consigo!
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H - O que quer dizer?
M - Nada... nada não!
H - Vem cá... acha que estou te traindo?
M - Não... claro que não... mas sabe como é?
H - Como é o quê?
M - Homens!
H - Generalizando ou falando de mim?
M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
M - Tá bom... então vai.
H - Vou.
M - Ei!
H - Que foi, cacete?
M - Leva o celular, estúpido!
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
H - Não... pode deixar...
M - Olha... desculpa pela desconfiança. .. estou com saudade... só isso!
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M - Eu também!
M - Posso futricar no seu celular?
H - Prá quê?
M - Sei lá! Joguinho!
H - Você quer meu celular prá jogar?
M - É.
H - Tem certeza?
M - Sim.
H - Liga o computador.. . lá tem um monte de joguinhos!
M - Não sei mexer naquela lata velha!
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M - Tá.. ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
H - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
M - É?
H - É.
M - Então onde está?
H - O quê?
M - O que deveria estar no celular mas não está...
H - Como !?
M - Nada! Esquece!
H - Tá nervosa?
M - Não... tô não...
H - Então vou!
M - Ei!
H - Que ééééééé?
M - Não quero mais sorvete não!
H - Ah é?
M - É!
H - Então eu também não vou sair mais não!
M - Ah é?
H - É.
M - Oba! Vai ficar comigo?
H - Não vou não... cansei... vou dormir!
M - Prefere dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!
M - Está nervoso?
H - Claro, porra!!!
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer?

Luis Fernando Veríssimo)

Mulher é bicho esquisito, rs >> Valeu pela contribuição Fran.
Bjokas e afagos

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:18 PM


Comments: Sábado, Março 10, 2007

É o que me resta.

Você sabe o que é nascer ouvindo falar de Chico, Vinícius, Gil, Elis, Betânia, Tom? Crescer ouvindo aquelas músicas que ninguém (ninguém que eu digo o ¿povão¿) mais curte, ou nunca curtiu? E em pleno séc XXI ter essas relíquias no seu mp3, parece piada! Penso que deveria ter nascido nos anos 60, 50, 30, um tempo em que se ainda faziam músicas de qualidade. Ainda curto esse som, cultuo os mesmos ídolos, toco as mesmas canções... E até vou comprar uma calça xadrez...
A ditadura foi um mal necessário, com a liberdade de expressão vetada, o contraditório aconteceu, pudemos falar, expor nossos ideais, mas é claro, tudo nas entrelinhas... E foi aí que se revelaram os gênios da música Popular Brasiléia, escrevendo letras inteligentes, de difícil interpretação para os leigos. ¿Cálice¿ de Chico e G. Gil é um exemplo claro dessa virtude.
Sempre quis vê-los de perto, poder abraçá-los, e mesmo movida pela emoção ficar calada apenas admirando meus ídolos eternos! É uma pena que num país de terceiro mundo, temos que pagar tão caro pela arte.
Tamanha foi minha alegria e igualmente minha decepção ao saber que Chico e Betânia vão estar aqui em Curitiba fazendo um show inesquecível no tão burguês Teatro Guaíra.
Os ingressos são uma agressão ao público, 280 à platéia de Chico e 200 a de Betânia, hunf! Eu poderia pagar 70 e vê-los do lustre (Terceiro balcão ¿ provavelmente na ultima fileira)...
¿O povo brasileiro precisa de cultura!¿ diz o nosso Ministro, ¿O povo brasileiro precisa ter acesso a cultura¿ digo eu.
Ah Chico, desde o começo do ano quando soube da sua vinda fiquei sonhando com o dia do show, acreditando que um milagre pudesse acontecer e que a nossa queridíssima produtora cultural Verinha Valflor desse uma chance aos trabalhadores e anunciasse o PREÇO POPULAR!
Porém mais uma vez o acesso à cultura ficará a uma minoria seleta...
E agora o que me resta?
Continuar ouvindo suas músicas sem poder te dizer o quanto te admiro e o quanto você foi, é, e continuará sendo importante na minha formação musical.
Obrigada por existir!

Cálice

Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil
(refrão)
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

(refrão)

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

(refrão)

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

(refrão)

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:27 AM


Comments: Sábado, Março 03, 2007

Hoje me deu vontade.
Vontade de me espreguiçar beeeem gostoso, me jogar no sofá e tirar aquela soneca boa.
Vontade de voltar no tempo e tomar sorvete de maracujá com Ruffles lá na panificadora do lado do CAIC com o Rafa.
Vontade de pintar as unhas de vermelho, há muito tempo não faço isso.
De cair numa piscina e passar um dia de madame no clube.
De contar fofoca pras amigas.
Também tive vontade de dar um abraço beeeem demorado no Marcelo e bater um papo legal na Maxipão antes do ensaio da banda.
Dar boas risadas com a Marina enquanto tento aprender truco com o pessoal da faculdade.
Vontade de ouvir a voz da Sarinha me chamando bem alto: Maninhaaaaaaaaaaaaa, telefone!
Ahhhh seria tão bom poder andar de bicicleta ou de roller com meus amigos lá do Capão da Imbuia, como fazíamos quase todo fim de semana. A Isabel sempre fazia umas coxinhas, minha avó emprestava a toalha, agente fazia uma vaquinha e se enlambuzava com o piquenique!!!
Vontade de olhar as vitrines da XV, prometendo pra mim mesma não gastar um centavo e chegar em casa com presentes pra toda a família!
De atravessar as pedras de Guaratuba com meu pai, mesmo morrendo de medo de escorregar, chegar na prainha e dar um mergulho...
De ouvir um elogio, isso faz bem pro Ego!
De ouvir uma bronca, isso faz bem pro juízo!!
De mascar ¿buballo¿ e fazer aquela bola enorme que uma vez grudou no cabelo da Leni quando eu estudava no Fátima.
Vontade de ter 6 anos e brincar com a tia Augusta em casa, ai como era inocente seu riso, como era bom morar com ela... E aquela ¿nega maluca¿ que só a vovó sabe fazer?
Jogar bingo com a Taíne e depois pegar o banco imobiliário e passar horas brincando com a Aline, Duda, Dé...

Triste saber que muitas desses momentos passaram e não poderei fazer isso novamente!
Bom saber que estes momentos houveram e como foi maravilhoso cada minuto!!!

Hoje vou mandar beijos especiais:

*Menina Má , valeu por sempre passar aqui e deixar seus comentários sempre carinhosos
*Zé, você me enche os pacova mas... valeu por sempre passar aki tb!
*Sarah, você é a minha irmã que eu mais amo na vida
*Vovó, nem preciso dizer que a senhora é minha segunda mãe neh?
*Rafa, amigo eterno, amo você
*Marcelo, num te vejo mais sempre,sempre, mais vc sabe que ta no meu coração neh?
*Duda, Dé, Aline, Taíne, Isabel, todo mundo do Capão da Imbuia, saudades descomunais.
*Tia Augusta, olha por mim..

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 2:48 PM


Comments: Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007

Depois de um tempo de molho e de um carnaval provinciano, volto a ativa.
Durante este tempo pude me dedicar a algo que adoro, aliás, a dois algos: à leitura e à música.
No fim do ano passado eu e um amigo fomos à Livraria Curitiba comprar um presente para o nosso professor. Ao passar pelas estantes, pude me extaziar folheando alguns títulos. E como não podia ser diferente, além dos livros que compramos para o Zeca, comprei um pra mim também. Creio que este foi o hábito mais nobre que ¿puxei¿ da minha mãe. É impossível entrar em uma livraria e não comprar alguma coisa. Mesmo que esta coisa seja uma palavra cruzada (considerando que nem sempre tenho dinheiro para comprar Best Sellers).
O Enigma Vivaldi, este foi o escolhido. Porém meu fim de ano não foi dos mais tranqüilos, trabalhei direto, como nunca havia feito, e na minha única semana de folga, mudei de casa. E meu livro ficou lá, enfeitando a estante.
Aproveitando a calmaria do feriado, resolvi tomar vergonha na cara e ¿correr atrás do preju¿... Não havia ninguém em casa, pensei: Este é o momento!!! E como quem faz algo de errado, entrei no quarto de minha avó, encostei a porta, me deitei sobre a cama e recomecei a ler...Ah, e aquele friozinho na barriga, a curiosidade, a ansiedade foram tomando conta de mim, cada página era a descoberta de um mundo novo. Eu já havia sentido aquele sentimento antes, quando li Anjos e Demônios, de Dan Bronw. Mas Peter Harris conseguiu mexer comigo também. Romance, mistério, adrenalina, códigos, organizações secretas, tudo isso sempre mexeu com a minha imaginação, e este livro realmente é fantástico. Recomendo!!!
Quanto à música....
Fui pega de surpresa por uma forte gripe, o que me deixou como uma puta de uma dor de cabeça, tudo bem que foram cerca de 3 horas seguidas de leitura.Para aliviar a tensão, nada melhor do que música. Tenho estudado diariamente flauta, e os chorinhos de Pixinguinha já não parecem um bicho de sete cabeças, claro que tenho muito que aprender, mas dedicação não me falta nem um pouco. Domingo fui pra casa da Eliane, minha amiga mais fiel dos últimos tempos. Cheguei logo depois do almoço e já fomos ensaiar. Ficamos até as 16h30 quebrando a cabeça para transportar as partituras, e entre risadas pra descontrair tanta concentração tiramos, ainda que por cima, uma música. Ingênuo , do Pixinguinha e Benedito Lacerda. Um samba canção de primeiríssima qualidade.
Não vejo a hora de formarmos o nosso grupo de Samba & Choro. Ainda faltam alguns instrumentos, mas como o tempo tudo se ajeita.Vai ser muito bacana!!!
Na volta pra casa, que é quase uma viagem e só quem já fá foi pra Fazenda Rio Grande sabe...Fui pensando na vida e dando mais uma olhada nas músicas.
Depois de um banho bem demorado, terminei de elaborar as pautas pro jornal da Faculdade, e fui durmir.

Ahhh, enfim o descanso dos justos!


postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:05 AM


Comments: Sábado, Fevereiro 17, 2007



A quem diga que no Sul não existe carnaval, e que não se faz samba de qualidade. Bem, se comparados ao Rio e São Paulo, o feriado nacional que comemoramos aqui é tudo, menos carnaval.
¿Ah, o carnaval de Curitiba é tão bom quanto o do Rio, a Avenida Cândido de Abreu é uma mini Sapucaí¿. Essa foi a definição de uma prima da Dani. Mas que diabos essa menina tem na cabeça? Ela nunca deve ter ido a Sapucaí.
Aqui tudo se torna vulgar. Onde estão as mulatas cariocas? E os carros alegóricos gigantescos? Aqui a passista é a tia do cachorro quente (sem querer desmerecer a profissão), a ¿Escola de Samba¿ é a ¿Embaixadores da Alegria¿. E os carros alegóricos? Ontem meu professor chegou na sala de aula, e ao perceber que a sua mesa não estava lá sugeriu que esta tinha virado um carro alegórico de algum grupo carnavalesco.
Os sambas-enredo que tanto fizeram sucesso e marcaram época, aqui viram paródias de mau gosto. O coração da escola, que deveria ser a bateria, é composta por frigideiras e baldes de água...
Mas não sejamos tão cruéis, afinal aqui as escolas quase não têm apoio, não tem patrocínio suficiente e não tem artistas famosos como madrinha da bateria. Até mesmo o ingrediente principal da festa, o samba no pé é substituído covardemente pelos dedos apontados para o céu, como se estivéssemos pedindo a Deus um milagre que nos faça sambar como as passistas ou as mulatas da Bahia.
Então porque tentar fazer carnaval aqui, se a festa da Uva em Colombo atrai muito mais gente?
Eu já comprei o meu pacote de viagem. Ano que vem vou para o Rio desfilar numa Sapucaí de verdade, ouvir samba de verdade. Comemorar pela primeira vez em 19 anos essa festa maravilhosa que é o Carnaval!!!


- Quem é você?
- Adivinha se gosta de mim
Hoje os dois mascarados procuram os seus namorados perguntando assim:
- Quem é você, diga logo...
- ...que eu quero saber o seu jogo
- ...que eu quero morrer no seu bloco...
- ...que eu quero me arder no seu fogo
- Eu sou seresteiro, poeta e cantor
- O meu tempo inteiro, só zombo do amor
- Eu tenho um pandeiro
- Só quero um violão
- Eu nado em dinheiro
- Não tenho um tostão...Fui porta-estandarte, não sei mais dançar
- Eu, modéstia à parte, nasci prá sambar
- Eu sou tão menina
- Meu tempo passou
- Eu sou colombina
- Eu sou pierrô
Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixa a festa acabar, deixa o barco correr, deixa o dia raiar
Que hoje eu sou da maneira que você me quer
O que você pedir eu lhe dou
Seja você quem for, seja o que Deus quiser
Seja você quem for, seja o que Deus quiser
(Noite dos mascarados - Chico Buarque)

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:47 AM


Comments: Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007

Elza Soares tem alta e volta ao trabalho durante o carnaval

Cantora ficou seis dias internada.
Após cirurgia, ela passa bem.


Depois de seis dias internada, cantora foi liberada nesta terça-feira.
A cantora Elza Soares, que estava internada desde o dia 7 no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, teve alta nesta terça-feira (13). Elza, que tem 69 anos, deu entrada no hospital com fortes dores abdominais e foi diagnosticada com uma diverticulite aguda (inflamação no intestino). No mesmo dia em que foi internada, a cantora foi operada em caráter de emergência. A cirurgia foi realizada com sucesso. Segundo o clínico Bernardo Rangel Tura, que acompanha a artista, ela poderá voltar ao trabalho a partir do dia 17 de fevereiro, ou seja, antes do carnaval. De acordo com Douglas da Lapa, diretor de carnaval da Mocidade Independente de Padre Miguel, Elza Soares não desfilará mais no carro da bateria e nem puxará o aquecimento do samba no carro de som antes da escola entrar na avenida, no domingo (18), conforme anteriormente previsto. Já o empresário da cantora, Gonzaga, afirmou que o show agendado com uma grande empresa na Costa do Sauípe, na Bahia, no dia 19, está confirmado.
(Ctrl C > Ctrl V: G1, site da Globo Online)

Qui susto hein?
Ja que tudo está bem, vai lá e arrebenta Elza!!

"....devo de ir, fadas, inseto voa, cego e sem direção...as ilusões, fartas..."

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:16 AM


Comments: Super Dica!!

Pão e Poesia por Vera Barbosa

Adorei esse blog, pra quem gosta de MPB é um prato cheio ;)

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 8:55 AM


Comments: Terça-feira, Fevereiro 13, 2007



Você ja foi ao Teatro hoje?


Não sei vocês, mas eu adoro ir ao teatro, se for pra escolher entre uma sessão de cinema e uma peça de teatro, fico com a segunda opção. Mas ja estou sentindo falta do palco, da platéia, dos atores, da magia que o teatro nos proporciona. Ja faz algum tempo que eu não vou a uma peça.
A última foi um pacote completo, música e atuação juntos no mesmo palco. Foi no Teatro Guaíra, eu e uma amiga fomos assistir ao musical "Canção Brasileira" sob a direção do ator Paulo Betti (que por sinal, além de ser um ótimo ator, se revelou, pelo menos para mim, um excelente diretor).
Escrito por Julio Iglesias e Miguel Santos, este musical foi encenado pela primeira vez em 1933, teve mais de 500 apresentações e contou com o lendário Vicente Celestino e sua mulher, Gilda Abreu, no elenco.
Foi uma remontagem de muito bom gosto que conta a história da música popular brasileira. O nascimento do Samba-canção. O Samba (genuinamente brasileiro) e da Canção (com a interferência da Valsa de Viena, do Fado português e o Couplet francês, ritmos que prometiam influenciar o nascimento da nova canção.

Com o nascimento da Canção, filha da Modinha e do Lundu, a alta-sociedade, formada pelos rítmos mais tradicionais, celebram sua chegada com muita festa, la pelas tantas são surpreendidos por três figuras que mudarão todo o rumo da história: o Violão, o Cavaquinho e a Flauta, que sequestram Canção e a levam para morar no morro junto com o Samba que também acabara de nascer. Os dois crescem juntos, se apaixonam...
Mas o futuro é revelador, quando Canção soube que foi sequestrada e sua mãe finalmente a "resgata" do morro, ela se afasta do seu verdadeiro amor, e parte para viver todo o glamour da cidade. Mas a história não acaba assim não, depois de tanto relutar a vida proporciona um reencontro do Samba com a Canção, que ja não podiam mais viver separados.

O elenco conta com outros personagens que vão dando vida ao espetáculo: A mãe Cuica, o Moleque Tamborim, que com todas as suas peripécias, rouba a cena várias vezes. O estilista francês canastrão com sua inseparável Tesoura, o Bombo que diverte a todos com a sua voz grave... É contagiante!

Entre as canções, estão "Ai, Iô Iô", um sucesso dos anos 30 mas com uma versão totalmente original e "Linda flor", lançada por Dulce de Almeida.

Eu realmente fiquei surpresa com a atuação dos atores, que além de representarem brilantemente seus personagens, dançam, cantam, tocam flauta e as vezes fazem isso tudo junto.

O Cenário era maravilhoso, os personagens carivantes, as músicas lindas, que relembravam outrora!!

Uma noite inesquecível!

Parabéns Paulo Betti.

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:00 PM


Comments: Ai, ando meio sem tempo de escrever algo que tenha realmente conteúdo aqui...mas prometo que no próximo post vou caprichar, hehe

O dia de ontem!!!


Eu parecia uma criança que estava indo pela primeira vez a escola, não durmi direito, tive até dor de barriga. Acordei cedo, tomei meu café e saí pra trabalhar. Passei o dia todo pensando como seria o reencontro com meus amigos, professores... A manhã passou voando, nunca tive tantas coisas pra fazer numa
segunda-feira. Almocei e fui pra Fazenda Rio Grande, era dia de ensaio, mas não estava tão animada, apreensiva talvez. Meu "EU" não anda nada bem comigo mesma, lamento ter confundido as coisas. Mas não vou dar o braço a torcer, detestaria ouvir aquela frase infame: Viu? eu avisei!!!
Foi um ensaio normal. Ja eram 20 pras 19h quando eu sai do CAIC, nunca desejei que aquelas horas passassem tão rápido.
Finalmente, cheguei.
Adorei encontrar com a Simon e a Cintia. Tenho certeza de que serão minhas companhias mais fiés durante esse período (e se Deus quiser até o fim da facul). Me senti mais avontade, bem diferente do semestre passado aonde contava os minutos pra ir pra casa. Acho que não é empolgação do 1º dia. Ja me sinto mais jornalista, mais responsável, mais cabeça e menos coração.
Yuhuuu, quero fazer nesse semestre tudo o que eu não fiz desde que começou a facul: ser mais amiga dos meus verdadeiros amigos, ser mais responsável, me entregar mais a essa profissão, ser mais paciente com as pessoas, estar mais com as pessoas (isso inclui os momentos de discontração...churrascos, sinuca no Havana, etc). Acho que ja to até gostando da aula de Ciência Política, percebi como eu não sei nada sobre isso. A aula com o Zeca é sempre legal, muitas rizadas, planos pro novo Comunicare...

Enfim, foi muito bacana, rever, abraçar, beijar, rir junto...

Acho que eu só queria falar um pouco sobre o meu dia, pra mim mesma, pra poder digerir melhor ;)


To anciosa pra ter um tempo maior, sentar e escrever sobre algo q faça sentido não só pra mim, mas pra você também.


postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 8:43 AM


Comments: Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Falta de tempo?Isso não existe, pelo menos pra mim...
O que me sobram são atividades, estas sim me exaustam o tempo.
Nunca parei pra refletir sobre as ¿n¿ coisas que me ocupam os dias, deveria nunca ter feito isso. Definitivamente a rotina não faz parte da minha vida, por mais que eu tente me enquadrar no modo de vida que os outros sonham pra mim...
Gazeta de manhã, Coral as terças e quintas, ensaio da banda as segundas, quartas e sextas, faculdade à noite, às vezes ganho uns trocos tocando em casamentos, festas, vernissage, até em missa de sétimo dia, e agora pracabar me infiltrei nas aulas de flauta no conservatório de MPB.
Mas isso não é tudo, ainda tenho que arranjar tempo pra ser filha...Mas não qualquer filha, um tempo pra ser neta, pra ser amiga, pra ser irmã, confidente...Pra ser eu mesma. O que nem sempre é possível.
Você deve estar pensando que eu sou uma louca, inconseqüente, insensata. Pensando bem, talvez seja isso mesmo.
A partir de amanha vou mudar: Irei trabalhar de manha e estudar de noite. Não é esse o padrão? Desculpe, mas não me encaixo em moldes.
Só pode ser uma quizumba, e das brabas. Mas não se preocupe, estou procurando a cura, já fui no clínico geral, no homeopata, quando pintar um tempo (que ironia), vou fazer acupuntura, se não me curar vou mudar de religião, quem sabe a Renascer?
Creio que o meu mal maior seja amar demais. É o amor é um castigo. Vem em doses descomunais e toma conta. Amo demais trabalhar na gazeta, amo demais ser musicista, amo demais meus amigos e se não bastasse amo de mais ser filha, ser neta, ser irmã e quando sobra tempo, amo demais ser eu mesma.

É muito amor dentro de um só ser, amo demais as pessoas e a minha música. Essa música que toca dentro de mim o tempo todo e que me da vontade de viver tudo, tudo mesmo.
Acima de tudo, amo a vida.

Desculpe-me se fui intensa demais...

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:19 AM


Comments: Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007



Elza Soares, ao vivo?
Eu vi.

Ja fui em alguns shows durante a minha vida toda de quase 20 anos. Mas nada foi tão louco, tão lindo, tão inusitado e tão gostoso quanto esse.
Nem o show de Sandy e Júnior foi tão..tão, mesmo depois de ter feito xixi na calça no meio de umas 500 mil pessoas. Nem quando eu vi o Seu Jorge de pertinho no Guaíra...
Realmente a Elza É DEMAIS.
As 17h30 começou a saga: eu e minha mãe resolvemos na última hora ir ao show, que era as 19h. Neste dia nos arrumamos mais rápido do que nunca, em menos de 30 minutos estávamos prontas (isso pra uma mulher é quase impossível hein?).
Quando chegamos ao Teatro da Caixa, corremos para a bilheteria e...INGRESSOS ESGOTADOS. Um grito de inconformidade ecoou dentro de nós naquela hora. A nossa sorte é que ainda existem pessoas de bom coração no mundo. Um senhor que estava na ali sugeriu que nós esperássemos até o início do show pois se caso alumas pessoas não fossem eles venderiam os ingressos pela metade do preço.
Batata!!!
As 19h15 cinco pessoas não foram e nós pudemos entrar no teatro e sentar num dos melhores lugares. Sorte pouca é bobagem neh?
E ela entrou no palco... pequenina, não devia ter mais de 1 metro e meio...mas com um vozeirão de alguem com 2 metros.
Eu nem piscava. Acho que ninguém piscava...
Curti aquele show como poucos. Cantei, dancei, chorei....
Tesão.

...O sol ensolará a estrada dela, a lua alumiará o mar.. a vida é bela, o sol a estrada amarela..e as ondas, as ondas, as onnnnndaaaas...

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:34 AM


Comments: Sábado, Janeiro 27, 2007



E a vida nos escapa por entre os dedos...
Se comparados a qualquer coisa, creio que a melhor definição para o ser humano seria a fragilidade. Somos meros seres que estão no mundo sem saber o porquê. Viemos com uma missão, mas qual? Espero anciosamente pior essa resposta.
Esses dias tive a prova concreta de quão pequeninos e frágeis somos:
Fui convidada por uma amiga a assistir a aula de Oficina de Voz, oferecida pela Oficina de Música, a qual participo.
Cheguei no meio da aula, me sentei numa cadeira ao fundo da sala e enquanto estudava algumas partituras ouvia o pessoal cantando...
Quase no fim da aula, a professora foi interrompida por um homem, visivelmente perturbado...com uma certa vergonha pediu as pessoas que se pudessem, contribuissem com ele comprando uns adesivos, pois sua filha de 4 anos estava internada no hospital e precisava trocar uma sonda a cada 1 hora, estava com câncer. (Até hoje não me conformo. Crianças têm toda a vida pela frente! Não merecem sofrer... Quando eu morrer e me encontrar com o Criador, farei essa exigência, tenho certeza de que ele concordará comigo e se não concordar, deverá me explicar o motivo de tanta crueldade...). Ele saiu da sala e deixou os adesivos sobre uma cadeira. A professora, sem entender muito bem o ocorrido, continuou sua aula....
Não demorou muito e o homem voltou. Entrou tropeçando, trêmulo...Foi quando recebemos a notícia que mudaria aquele dia. Com os olhos cheios d'agua o homem disse que não era mais necessário a contribuição, pois sua filha acabara de morrer.
É como se o chão tivesse se aberto...cai em prantos, todos ficaram atônitos e sem saber o que dizer...
Contamos moedas, dividimos os pêsames e ele se foi.
E a vida se foi.

Sem mais.





postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 9:50 AM


Comments: Sábado, Janeiro 20, 2007



reAcão!!

Senti vergonha de mim quando olhei pra essa foto e fui almoçar..

Enquanto enchia meu prato flashs dessa imagem me vinham à cabeça.

é incrivel como o se humano pode ser tão frio...quando vemos uma cena dessas clamamos a Deus e continuamos com os nossos afazeres, não é? Estou mentindo?

Me sinto cada vez mais impotente e revoltada com o mundo, ao saber que sozinha não posso fazer nada e quem tem poder para mudar acomoda-se sobre sua insignificância..pois é isso o que somos.
Onde está a compaixão?
Onde estão os sentimentos?
Posso ser mais uma fazendo perguntas cujas respostas estão escondidas em nós mesmos.

Quando terminei de me servir, abandonei o prato com repúdio. Paguei a conta e fui embora.

Perdi a fome.

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:44 PM


Comments: Dia preguiçooooso hj, quase ninguém na redação e eu aqui colocando uns plantões báasicos e assistindo o jornal..Nada de novo!!!

Semana tranquila, pude me dedicar mais a minha família e tal.
Minha gatinha ta linda..
Piscina com a Sarah no clube...
Que vida burguesa hauahuaa

Aos poucos estou voltando a rotina, segunda voltam os ensaios da banda, segunda começa a oficina de música...segunda revejo meus amigos...
Ando meio carente esses dias, mas sem vontade de falar sobre isso!

Enquanto os chuviscos caem la fora, fico aqui com meus pensamentos!

"E a vida continua, esse é o dito que todo mundo proclama, o consolo dos aflitos e a desilusão de quem ama..."

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 12:30 PM


Comments: Sábado, Janeiro 13, 2007

Essa semana foi o bicho! Ano Novo, casa nova, sem internet, que caos...
Estaria tudo bem se não fossem os astros. Não tenho costume de olhar meu horóscopo,mas...
Creio que tudo conspirou contra mim na noite do dia 31: não comi uva, não dei pulinhos e também não comi lentilha, não fiz promessas nem estorei cidra de pêssego que estava la na estante desde ano passado...Só pode ser isso.
Resultado >> você passará por momentos conturbados, use o bom senso!
>> faça boas escolhas
>> não conte com a sorte
Maldito ano astral!! ainda bem que não acredito em superstições, forças cósmicas, vudus, e kizumbas.
Estou cheia de planos, espero concretizá-los, pelo menos a maioria, até o meio do ano...
Mas estou apreensiva, os jornais não trazem boas notícias nunca. Tsunamis, desabamentos, enchentes, (meus planos de ir morar em minas foram por água abaixo, ou melhor, lama abaixo). Ainda sonho com dias melhores, com notícias melhores..Não consigo ficar feliz quando acontece alguma tragédia e ver gente por ai vendendo a desgraça alheia. São os prós e contras de ser um comunicador. rs.

Mas enquanto isso não acontece, o jeito é tomar um banho de sal grosso, pendurar uma fita vermelha no pescoço e torcer pra que tudo dê certo.

Não custa tentar não é ?





postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 11:55 AM


Comments: Sábado, Janeiro 06, 2007

Bem, é isso ai...cá estão eu e o meu nem tão novo blog...
Já perdi as contas de quantos blogs e flogs eu ja fiz, mas este será o primeiro de verdade e que pretendo manter vivo enquanto eu estiver com vontade!!
Nada de apresentações.
Quem entrar aqui irá me conhecer aos poucos, se é que isso é possível.

Axé

postado por: Silvia Leopoldina Rolim da Silva 10:28 AM


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